Há momentos muito simples que dizem mais do que qualquer número, como tentar vestir umas calças e perceber que já não fecham.
Não é só roupa. É aquela sensação silenciosa de desconforto, de frustração e de “como é que isto aconteceu sem eu me aperceber?”

Quando iniciámos o acompanhamento, não havia uma mudança drástica na vida desta paciente. Havia, sim, pequenas rotinas que se foram acumulando ao longo do tempo.
O final do dia era o momento mais desafiante, onde surgiam os petiscos a mais, o comer sem fome, o “só mais qualquer coisa” enquanto se desligava do dia.
Com o tempo, estes hábitos foram-se tornando automáticos e passaram a fazer parte da rotina sem grande consciência.
O nosso trabalho de acompanhamento não começou com restrições, mas sim com consciência. O objetivo foi conhecer esses momentos e perceber o porquê de existirem.
Quando isto se tornou claro, os primeiros resultados começaram a surgir.

Em apenas 3 semanas, voltou a vestir as calças que não fechavam no início do processo.
Mais do que a conquista em si, foi importante perceber como isso aconteceu: sem extremos, sem frustração e sem a sensação de estar num processo de “dieta”.

Mudar não é sobre restrição.
É sobre criar hábitos que fazem sentido no dia a dia e que se conseguem manter no tempo.
Descobre mais sobre esta evolução e o outro hábito que esta paciente conseguiu transformar em apenas 3 semanas e que ajudou a alcançar este resultado: